Quero saber porque choras, quero saber de sua dor, quero saber se te demoras onde não tens amor.
Quero juntar pedaços de corações como farrapos , costurar essa mixórdia , com o que pensavas que findou , dar o tiro de misericórdia naquilo que te machucou.
Nunca jamais serás bagunça de outrem.
Cuidará de ti antes de mais ninguém.
Não tem outro caminho, vamos adiante , nem um minuto restante para dor.
Tradições cruéis ficam para trás , ódio já não nos cabe mais, em tempos de paz, ao redor da fogueira , dançar, cantar, acolher e amar.
O único amor que careces irmã, aquele que se perdeu , em ilusões , inseguranças e enleio .
Nos olhos daqueles, que a língua feroz te levou a impiedosos devaneios.
Chega, não sofrerás.
Encontraste um cais, junto a mim e as demais.
Somos muitas, fortes se conectadas, não temais.
A força que me move é a mesma que te move, irmã.
A dor que me judia é a mesma que te doe nas noites frias, irmã.
O ventre que carrega memórias de nossas ancestrais esta em todas nós, irmã.
A lua que eu planto, plantastes também e floresceu um jardim de proteção que nos envolveu a todas sem exceção.
Se eu florescer, tu florescerá e muito há de mudar.
Fecha os olhos, me dá a mão, vamos grita, sorrir, chorar, comemorar, finalmente...
Libertar- se -á
Quero juntar pedaços de corações como farrapos , costurar essa mixórdia , com o que pensavas que findou , dar o tiro de misericórdia naquilo que te machucou.
Nunca jamais serás bagunça de outrem.
Cuidará de ti antes de mais ninguém.
Não tem outro caminho, vamos adiante , nem um minuto restante para dor.
Tradições cruéis ficam para trás , ódio já não nos cabe mais, em tempos de paz, ao redor da fogueira , dançar, cantar, acolher e amar.
O único amor que careces irmã, aquele que se perdeu , em ilusões , inseguranças e enleio .
Nos olhos daqueles, que a língua feroz te levou a impiedosos devaneios.
Chega, não sofrerás.
Encontraste um cais, junto a mim e as demais.
Somos muitas, fortes se conectadas, não temais.
A força que me move é a mesma que te move, irmã.
A dor que me judia é a mesma que te doe nas noites frias, irmã.
O ventre que carrega memórias de nossas ancestrais esta em todas nós, irmã.
A lua que eu planto, plantastes também e floresceu um jardim de proteção que nos envolveu a todas sem exceção.
Se eu florescer, tu florescerá e muito há de mudar.
Fecha os olhos, me dá a mão, vamos grita, sorrir, chorar, comemorar, finalmente...
Libertar- se -á
